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Como cobrar na crise?

Como cobrar na crise?

| Renata Pocztaruk

Ontem a gente falou sobre escolher um serviço e um nicho para se desenvolver, se especializando em um ambiente ou um foco de trabalho.

Mas e depois de definir o serviço? Aí você tem que pensar em qual é o teu público, para quem vai oferecer o teu trabalho e quanto vai cobrar por ele!

Comece a fazer isso estudando o mercado. As pessoas que estão se destacando na minha cidade fazem o quê? Quanto elas cobram?

 

 

Ligue para os escritórios, se informe sobre os orçamentos, pergunte quanto tempo eles demoram para entregar um projeto, como funciona esse ciclo. Isso porque, em cima do valor que você quer ganhar, precisa entender o que o mercado aceita.

Não adianta querer cobrar 10 mil por um serviço que o mercado paga 2 mil. Pergunte para amigos e familiares quanto eles pagariam por esse serviço que você quer oferecer e aí você vai chegar numa margem de preço ideal.

Além disso, você tem que imaginar quanto tempo demora em cada uma das etapas do teu trabalho. Por exemplo: duas horas para fazer uma reunião, uma hora para desenvolver o projeto, três horas para fazer o ajuste. Depois de somar essas horas, quanto tempo você levou ao todo? Quantos clientes você vai ter que atender para conseguir chegar no valor que espera ganhar por mês?

 

 

A gente tem que entender o que a gente quer, oferecendo que tipo de serviço, quanto tempo a gente vai demorar para fazer, quanto quer ganhar e qual o nosso objetivo!

Ao precificar estamos nos julgando, e é muito difícil colocar preço naquilo que acreditamos que seja muito bom né?!

O maior problema de todos para saber como cobrar é a insegurança! A minha dica para te ajudar a entender como cobrar pelo seu trabalho é o Curso Aprenda Como Cobrar na Crise, onde eu vou te ensinar como estabelecer o preço dos seus serviços de acordo com o mercado que está inserido.

Beijos e até depois,

Rê.

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